sexta-feira, 12 de outubro de 2007

O que fazem a ASAE, o MAI e o MDN por aqui?

Acabei de receber o relatório periódico do Google Analytics com as estatísticas e informação diversa dos utilizadores que visitaram o meu blogue durante a última semana.

Google Analytics Network Location

Uma das secções mais interessantes deste relatório é a "Network Location". Esta é a lista das entidades a quem pertence o IP de quem consultou a minha página. Para simplificar, o IP é um número único num determinado instante de tempo que identifica univocamente "a pessoa" que está a navegar a web. 

No topo desta lista aparecem sempre os ISPs nacionais como a TvCabo, a Novis ou o "Comite Gestor da Internet no Brasil", que está sempre destacado em primeiro lugar no número de acessos.  Mas para o fim dessa lista posso encontrar acessos de grandes empresas ou entidades govermentais que também são donas de gamas inteiras de IPs.

Na lista desta semana chamou-me a atenção as seguintes:
  • MAI - Ministério da Administração Interna (link)
  • ASAE - Autoridade de segurança alimentar e económica (link)
  • MDN - Secretaria geral do ministério da defesa nacional (link)
Estranho!!! O que poderei ter publicado do interesse destes organismos. Decidi logo investigar. O que se segue é uma pequena demonstração de como se pode usar o Google Analytics para conhecer um pouco mais sobre os visitantes deste blogue.

Lista dos donos dos IPs

Na lista da secção Network Location, seleccionei em "Ministerio da Administração Interna". 

Se seleccionar na lista de Segment a palavra Keyword, obtenho as palavras chaves que usaram no Google, para chegar à minha página. Neste caso foram: "paris bilhetes de metro e autocarro".

palavras chaves usadas

Continuando a seleccionar as diferentes àreas de Segment, acabei por saber queesta foi a única página lida só no dia 4 e que a origem geográfica foi Lisboa.

Para as restantes entidades ASAE e MDN, usaram ambas o Google para fazerem a respectiva pesquisa por "marginal castelo queijo" e "manutenção botes de borracha".

Será que eles sabem que nós sabemos o que andam a pesquisar para chegar as nossas páginas ?!?

domingo, 23 de setembro de 2007

Fantasticable

Aqui fica uma sugestão para o fim-de-semana de colegas meus de trabalho. Neste caso aproveitei o pretexto de uma despedida de solteiro de um grande amigo meu ... e que despedida em grande!!!

O seguinte texto foi retirado da página da empresa Pena Aventura, que explora esta actividade:

O Fantasticable consiste num cabo com 1538m a uma altura de 150m, que liga os lugares de Lamelas e Bustelo, em que as pessoas podem “voar” nele a uma velocidade máxima de 130km/h, sendo considerado o maior Fantasticable mundo!

No Fantasticable as pessoas serão presas a um cabo e deslizarão por ele de uma montanha para a outra a diferentes velocidades, tendo a sensação de que estão realmente a voar.

Se quiserem ir lá experimentar fica a 1 hora do Porto pela autoestrada. Paga-se 20€ ou 30€ por duas viagens seguidas. Fiquei por experimentar a viagem à noite por 10€. Será que com chuva e vento forte fazem só por 5€ uma viagem mais emocionante ?!? ;-)


domingo, 22 de julho de 2007

Porto Bike Tour

Bike Tour 

5:45 ... Horas indecentes para qualquer um se levantar da cama a um Domingo de manhã. Mas iria valer apena. Hoje era o dia do mega passeio de bicicleta pelo Porto - o Bike Tour.

Por 50€ da inscrição tinha-se o prazer de atravessar de bicicleta a ponte da Arrábida, a VCI e a descer Avenida da Boavista as quais estavam todas fechadas ao tráfego normal. E no fim podíamos ficar com a própria bicicleta.

O ponto de encontro foi no Castelo do Queijo às 7h. Logo a essa hora havia centenas de pessoas de t-shirts verdes já à espera. Aí aguardava uma frota de autocarros dos STCP para nos levar para a ponte da Arrábida. 

Tivemos azar com o motorista que nos levou até à partida. Enganou-se no caminho e fomos dar ao Shopping do Arrábida. Após dar umas voltas em redor do Shopping, lá conseguimos voltar para trás e apanhar a entrada da A1 perto do Gaia Shopping. Já não seríamos os primeiros do pelotão a partir.

A auto-estrada estava fechada a partir desse ponto. Das três vias, só a da esquerda estava disponível para os veículos da organização. As da direita já estavam ocupadas com as pessoas à medida que iam sendo deixadas pelos autocarros. Cada um parava em secções sucessivas onde estavam encostadas bicicletas suficientes para cada autocarro.

As bicicletas são as normais existentes num hipermercado. São de qualidade suficiente para dar passeios de domingo pela marginal da Foz. Mas irão sempre necessitar de constante manutenção. Mas não deixa de ser surpreendente já trazerem uma suspensão dianteira.

Após uma hora à espera, com um helicoptero constantemente a animar o pessoal com os seus voos rasantes, lá deram o tiro da partida. Mas ninguém se mexeu. Só deviam estar 3000 ciclistas à minha frente, parados a tirar fotos em cima da ponte. E mais 3000 vinham atrás a pressionar.

Mas lá começamos sempre a ritmo de passeio de domingo, com bastantes paragens para esperar pelos restantes elementos de um grupo de 20 pessoas.

Logo ao início os primeiros percalços com as bicicletas, rolamentos dos desviadores traseiros gripados e pneus furados. Na única "subida de montanha" existente correntes partidas e muitos a pé a empurrar a bicicleta. Há muita gente a precisar de muito treino ... ou então que lhes ensinem a usar as mudanças da bicicletas.

Por fim, após 1 hora nesse ritmo, de volta à confusão do Castelo do Queijo. Os ciclistas misturaram-se com outros tantos milhares que estavam a aproveitar mais um dia de praia.

É de louvar eventos deste genero. Deu o pretexto a muita gente para comprar um bicicleta e apanhar o gosto por estes passeios. Espero para breve mais eventos como este. Mas por favor, que não seja só 15km porque fez-se num instante. Um percurso mais interessante seria não descer pela Avenida da Boavista, mas continuar até ao Campo Alegre e descer até ao rio. Daí continuar pela marginal à beira rio e depois pela Foz até ao Castelo do Queijo. Sempre seriam mais uns quilómetros e obrigava o pessoal a realmente fazer exercício.

Saída VCI para a Boavista

segunda-feira, 14 de maio de 2007

Mergulho Mar Vermelho (resumo da viagem)

Ao fim de 20 horas de viagem, 3 viagens de avião, 2 corridas de minibus (com um pneu furado na A1) e finalmente 1 bote de borracha, chegava finalmente ao destino. Estava em Hurgada, a embarcar no M/Y Infinity. Começava a expedição ao Mar Vermelho.
O Infinity levou-nos a cada local de mergulho. Como as distâncias são demoradas, não voltamos a terra nos dias seguintes. Mas o barco tinha todas as condições nos albergar em mar alto, por isso nunca me queixei de falta de espaço ou de privacidade (eram 20 mergulhadores e 15 tripulantes).
Um dia típico a bordo consistia em acordar as 06:30, para o primeiro mergulho da manhã. Depois pequeno almoço, dormir, acordar para o mergulho das 11:00, almoço, dormir, mergulho às 16:00, dormir, mergulho às 19:00, jantar ... e finalmente dormir para recuperar de um dia intenso.
Mas vamos ao que interessa ... os mergulhos!
Para começar, estavam presentes no barco dois guias de mergulho, Juan e Ania. Este casal tinham como tarefa escolher os locais de mergulho para o dia seguinte, fazer os briefings sobre o que nós íamos ver, avisavam dos potenciais perigos e medidas de precauções e finalmente mergulhavam connosco sempre atentos a qualquer eventualidade.
O primeiro mergulho foi Sha'ab El Erg, um recife baixo (~13 metros). Foi um mergulho de "aquecimento" para os próximos dias e de aperitivo para o que nos esperava. Serviu para nos ambientar às condições do mar e ao equipamento. No meu caso consistiu em acertar o lastro (7kg, 1 a mais que cá no Atlântico) e ao novo fato de mergulho. A água estava a uns muito confortáveis 23ºC. Mas não perdi muito mais tempo com isto. Ao fim de um minuto na água, já estava a ver mais peixes que todos os meus 20 mergulhos anteriores cá em Matosinhos. Parecia que estava a mergulhar no aquário do Oceanário de Lisboa, tal era a riqueza de vida e de cor. O tempo passou a correr tal estava o meu cérebro a processar todos os diferentes animais (peixes palhaços, peixes imperadores, raias, etc) que via. Houve mais mergulhos nestes cenários de recife (Gota Abu RamadaSmall CrackRas Ghozlani,Bluff Point). Em cada um haveria sempre um nova surpresa de vida marinha (tartarugas, golfinhos, moreias, ...).
Um fenómeno que não estava à espera mas pude sentir e visualizar é o efeito das termoclinas na água.  Junto aos recifes, existe uma massa de água à superfície, que pouco se desloca. Esta fica a aquecer ao longo do dia por efeito do Sol. Quando esta massa de água quente entra em contacto com a água fria à volta do recife, cria um efeito visual estranho, em que a paisagem fica distorcida. O calor da água sente-se instantaneamente.
Pela primeira vez fiz mergulhos nocturnos. A sensação é ligeiramente diferente. Estava mais alerta antes de entrar na água. Mas depois de agarrar a lanterna e começar a apontar para o horizonte, ficava completamente abstraído. Onde o foco de luz batesse no meio da escuridão, aparecia sempre qualquer coisa surpreendente. Apontava para o coral, e surgiam cores novas que nunca tinha reparado durante o dia, apontar para as medusas e estas ficavam roxo flurescentes, apontar para o horizonte e surgiam cardumes enormes de peixes.
O único sobressalto que ocorreu num desses mergulhos nocturnos foi ter me enganado no barco entre muitos, quando cheguei à superfície. Equivoco perfeitamente normal naquelas bandas para os "amadores" como eu. Felizmente o meu barco estava só a uns metros ao lado.
O Mar Vermelho não é só vida marinha. É também um cemitério de navios. Existem muitos locais com corais a menos de 1 metro da superfície. Estes funcionam como verdadeiras ratoeiras para os navegadores mais distraídos. Isto justifica a existência de tantos naufrágios no Mar Vermelho em águas pouco profundas. É por isso que metade dos mergulhos da expedição são em naufrágios.
Destes o Thistlegorm é a "cabeça de cartaz". É considerado dos melhores naufrágios do mundo. É um cargueiro afundado durante a 2ºGuerra Mundial com um carregamento variado de material bélico: locomotiva, tanques, camiões, motas, botas, etc, perfeitamente visível de fora. Está a uns acessíveis 30 m de profundidade e o seu deck acentou na areia na horizontal. Só este naufrágio mereceu três visitas e também justificava a existência de mais 4 iates com outros mergulhadores.
Mas este acabou por ser vitima do seu próprio sucesso. Mergulhar nele acabou por ser o incómodo, tal era a "poluição" visual e sonora, provocada pela quantidade absurda de colunas de bolhas de ar, de todos os mergulhadores que por lá andavam.
Um outro local de culto, mas mais pacífico, é o recife Sha'ab Abu Nuhâs. Neste encontram-se vários naufrágios separados por poucas centenas de metros. Desses visitei Chrisola KCarnaticGiannis D.

Como ainda não tinha mergulhos suficientes de experiência, não me deixavam penetrar no interior dos naufrágios. Só no Carnatic, devido à forma aberta e facilmente acessivel do porão de carga, me deixaram aproximar. Apesar de extremamente fácil de "navegar" não deixava de me preocupar que aquilo podia desabar a qualquer momento.

O Giannis D é extremamente popular a julgar pela quantidade de barcos logo por cima dele. Ao vir para a superfície, enquanto fazia o patamar de segurança, só se via as sonoras hélices rotativas dos zodiacs, a passar em velocidade. Quando cheguei finalmente à superfície, parecia cenário de operação militar, tal era o movimento dos barcos a recolherem freneticamente grupos de mergulhadores espalhados por todo lado.

E de repente, tinha terminado a expedição só ao fim de 14 mergulhos. Muito poucos para tudo o que o Mar Vermelho tem para oferecer mas mais que suficientes para ficar fascinado e a desejar por mais para o ano.
eu

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Mergulho no Mar Vermelho (preparativos)

Os preparativos

Parto daqui a umas horas para as merecidas férias. Vai ser uma aventura diferente daquelas a que estou habituado. Vai ser uma semana temática, só dedicada ao mergulho no Mar Vermelho.
Esta viagem tem as seguintes particularidades que são novidade para mim:
  • A logistica envolvida: 2/3 da lista de items a "empacotar" nas malas, só está relacionado com o material de mergulho. Desde há um mês que o tenho acumulado em cima de uma mesa de ping-pong só para não deixar nada para a última.
  • O nº de viagens: vai ser quase 24 horas de viagem, repartidas por Porto, Lisboa, Barcelona, Cairo e finalmente Hurghada. Nunca viajei tanto de avião como agora. 
  • Mordomias: sempre fui um "hard core traveller"! Levo a mochila às costas, nunca fui em excursões e nunca tive grandes luxos de dormidas e alimentação. Mas desta vez, vou-me "estragar" todo, cama garantida num iate, mais alguns dias de luxo em resorts de 5 estrelas no Cairo e Hurghada e a alimentação sempre incluída.
A título de curiosidade, deixo-vos consultar todos os items a levar para a expedição. Esta lista foi compilada Luís Mota, "dive master" da Mergulhomania que está a organizar esta expedição e também nos irá acompanhar:Foto satelite do Mar Vermelho
  • Máscara
  • Barbatanas
  • Colete
  • Regulador completo (octopus e manómetro de pressão)
  • Fato de 3mm
  • Colete neoprene
  • Camisola lycra
  • Bóia de patamar
  • Apito ou sinalização sonora
  • Cinto de lastro (sem lastro)
  • Lanterna principal
  • Lanterna de backup
  • 16 pilhas recarregáveis para as lanternas
  • Carregador das pilhas
  • Computador de mergulho (Suunto Vyper)
  • Cartão do Seguro Mergulho
  • Cardeneta de Mergulho
  • Cartão de certificação de mergulhador
Deixo aqui a foto do material pronto a embalar:
Material a empacotar
Quanto à farmácia, ainda sou preso por trafico de droga tendo em conta as coisas boas que levo. A culpada é uma colega de mergulho que nos acompanha, que compilou a seguinte lista:
  • Protector solar factor +60
  • Analgésico anti-pirético (ex. paracetamol, Ben-U-ron, etc) 
  • Anti-inflamatório (ex. Brufen, Nimed, etc) 
  • Antibióticos
    • gastroenterites – Ciprofloxacina (ex -Ciprox, etc)
    • infecções cutâneas, de ouvidos, respiratórias – Amoxicilina + ácido clavulânico (ex.- Augmentin, Clavamox) 
  • Protector solar factor +60
  • Anti-diarreicos – Imodium. etc 
  • Anti-enjoo – Vomidrine, Nausefe, Enjomin, etc 
  • Otite/dor de ouvidos – Polydexa, Dexaval-O, etc (gotas) 
  • Anti-alérgicos Claritine, Zyrtec, Fenistil gel, Corticoide tópico
  • Vacina anti mordedura de tubarão (bem podiam inventar uma destas ;)
  • ... e para terminar, mais protector solar factor +60
Quanto ao restante material, pouco mais levo. Tendo em conta que o Sol é garantido e vou estar 1/4 do tempo a mergulhar, pouca preciso:Material empacotado
  • oculos de sol
  • oculos graduados
  • lentes de contacto
  • liquido e embalagem para as lentes
  • chapeu abas largas
  • 4 tshirts
  • casaco polo
  • calções banho
  • calções praia
  • calções
  • sapatilhas
  • sandálias
  • escova e pasta de dentes
  • alguns euros
  • passaporte
  • máquina fotográfica e respectivo carregador de bateria
Esta lista já está em preparação há semanas. Mas já estou à espera de chegar ao avião ou ao barco, e lembrar-me que deixei alguma coisa esquecida em casa. O que será?
Actualização: Ufa ... coube tudo na Sansonite e na MonteCampo. Só espero que não me chateiem muito no raio-x dos aeroportos. O material dentro das malas deve ter um aspecto muito suspeito para quem não conhecer!!!

sábado, 3 de fevereiro de 2007

Paintball

Paintball ... um dos jogos mais intensos que alguma vez pratiquei. Provavelmente muito por culpa de muitas horas passadas a jogar o Doom ou talvez pelas "balas" aleijarem um pouco (duas pisaduras no corpo, alguns arranhões por andar a rastejar e uma mão a sangrar ... isto tudo ao fim de só umas duas horas ;)

A guerra deste sábado foi o Sanatório de Valongo. Este é um local privilegiado para modalidade. Fica isolado no meio da serra de Santa Justa, com alguma mata e um edifício gigantesco (o sanatório) abandonado. Foi neste ambiente onde praticamos as nossas manobras de guerrilha. Os cenários dentro do edifício são os mais violentos devido à aproximidade dos adversários. Não dá para estar a disparar ao longe. O cenário na mata é mais envolvente porque dá para aplicar estratégias de posicionamento no terreno. Além de mais, vemos sempre o adversário ao longe. Mesmo assim estamos a precisar de treinar mais porque perdemos todos os jogos! 
sanatoriosanatorio
Deixo aqui as fotos dos heróis que me acompanharam. Ainda bem que foi tirada antes do jogo, porque no fim, ninguem sorria ... do  cansaço claro!!!
Foto de grupo do paintball

Se quiseres também experimentar consulta a página da empresa PaintMan que organizou este evento.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2007

Preparação para o Mar Vermelho

Começaram os treinos para a minha expedição subaquática ao Mar Vermelho!

O Mar Vermelho é a Meca dos mergulhadores. Todos que praticam esta actividade regularmente acabam por ir lá pelo menos uma vez na vida. Em Maio será a minha vez!

O que torna este local tão especial, é a visibilidade soberba de baixo de água, aos incontáveis animais marinhos concentrados nos coloridos recifes e acima de tudo ... àgua a 25ºC ;-)

Claro que é necessário tomar algumas precauções. Existem correntes fortes e serão pelo menos uns 5 mergulhos nocturnos. Para precaver, vou ter que acumular mais alguns mergulhos até lá. Por isso, esta mini expedição a OGrove, em Espanha.

Foram dois mergulhos no sábado e um no domingo. Os de sábado foram nas rias, onde se mergulhou à volta de uns penedos submersos. Poucos peixes vi em ambos ... talvez devido ao frio que faz lá em baixo (~12ºC) mas sempre mais agradável do que cá fora.

No domingo já foi mais complicado. Para começar o fato estava húmido de sábado. Não valeu nada ter ficado a escorrer a àgua, num barracão nas traseiras do Hotel. De manhã, foi uma violência ter que o vestir pois não chegou a secar e estava à temperatura ambiente da manhã (~5ºC). Depois de uns berros para aquecer, lá entrei no barco para outra curta viagem para os penedos.

Como estava enganado! Estava eu de olhos fechados, a aquecer-me ao Sol, quando fui acordado com salpicos de àgua e uma forte ondulação. Estava em alto mar ... o pior pesadelo de quem enjoa!!! Bem, a solução é saltar logo para àgua. Iamos ver um cargueiro naufragado chamado John Smith. O barco era suficientemente pequeno para o contornar umas duas vezes a diferentes profundidades. A parte da ponte era o suficiente ampla para encontrar alguns dos meus colegas de mergulho por lá dentro perdidos. Ainda sou muito novo para me aventurar a entrar dentro de um navio naufragado.

Foi espectacular! Só este mergulho valeu bem apena o fim-de-semana investido. Mais tarde vim a saber que se gostei de mergulhos em naufrágios, no Mar Vermelho também vou ter sua dose desses ...

Deixo aqui a foto de grupo dos restantes malucos que não também não tiveram medo do frio que fazia, só pela paixão ao mergulho ...

foto de grupo em ogrove

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Primeiro banho do ano 2007

Vou deixar que a imagem fale por si ...

O primeiro banho do ano

A foto foi tirada na praia de Matosinhos, às 11h da manhã. Nunca tinha visto esta concorrida praia deserta. Porque será? Talvez por estar a chover e com uma temperatura ambiente de 10ºC ... e o mar não ter nada bom aspecto. Mesmo assim arriscamos ir a àgua para o primeiro banho de 2007.